Era tudo novo, azul e aveludado. Com cadeirões enormes e banquinhos minúsculos, sem qualquer organização do espaço. Uma coisa é certa, quem decorou fê-lo com o seu gosto e com todo o amor e carinho de quem decora a sua casa. O napron, a estatueta do tradicional empregado negro com tabuleiro na mão, o sapo de cerâmica na entrada e a imagem do santo António faziam parte da decoração.

Mas, para ajudar, no meio desse luxo de azul e veludo um palco em pinho, sem qualquer tratamento, com um pedaço de cartão num dos cantos (para equilibrar a fraca qualidade do mesmo) e com um pano por cima, em que apenas tapava metade do palco, e ainda por cima com duas mesas e duas cadeiras colocadas em cima... acreditem...é muito mau, mesmo! E não consigo fazer a descrição real a tudo. Só vendo! Se alguém quiser a morada eu dou.
Depois desta imagem lembrei-me de outras pequenas coisas que vejo todos os dias.
Hoje, do edifício onde trabalho, no meu 8º piso, vejo todo um restaurante, que tem alguma qualidade, e que se paga por ela. No pátio superior, onde estão os aparelhos do ar condicionado, que tiveram o cuidado de não os colocarem à vista dos clientes, mas aos olhos de um 8.º piso não escapam, tinham sacos, caixotes e sei lá que mais. Está certo, da rua não se vê, lá dentro também não, e de dentro muito menos. Mas grande parte dos clientes daquele estabelecimento é de edifícios como o meu...vê-se tudo.
Depois vou a sítios mais pequenos. Uma confeitaria, onde tinham uns snack muito bons, um leite creme delicioso, mas...estavam a limpar o pó do candeeiro que fica por cima dos bolos, e que não tem qualquer protecção, com os clientes a verem? Imagino o que fazem quando os clientes não estão lá.
Ou, o espaço de péssimo funcionamento, com as caixas por baixo do lavatório que fica à vista de todos, ou a lista telefónica a fazer de prateleira, ou o tabuleiro partido nos cantos...
Sinceramente, está-me a faltar memória para me lembrar de todas as falhas que se encontram no comercio, e que não percebo como é que as pessoas que lá trabalham não são capazes de rectificar. E depois, ó....que pena.....não deu resultado....tanto investimento. Enfim, um desabafo ao maus gosto, à péssima decoração e à má imagem que os proprietários dos estabelecimentos dão aos seu próprios negócios.
Cuidem-se.
Há muita concorrência e pouca paciência dos clientes (ou não)!
Depois desta imagem lembrei-me de outras pequenas coisas que vejo todos os dias.
Hoje, do edifício onde trabalho, no meu 8º piso, vejo todo um restaurante, que tem alguma qualidade, e que se paga por ela. No pátio superior, onde estão os aparelhos do ar condicionado, que tiveram o cuidado de não os colocarem à vista dos clientes, mas aos olhos de um 8.º piso não escapam, tinham sacos, caixotes e sei lá que mais. Está certo, da rua não se vê, lá dentro também não, e de dentro muito menos. Mas grande parte dos clientes daquele estabelecimento é de edifícios como o meu...vê-se tudo.
Depois vou a sítios mais pequenos. Uma confeitaria, onde tinham uns snack muito bons, um leite creme delicioso, mas...estavam a limpar o pó do candeeiro que fica por cima dos bolos, e que não tem qualquer protecção, com os clientes a verem? Imagino o que fazem quando os clientes não estão lá.
Ou, o espaço de péssimo funcionamento, com as caixas por baixo do lavatório que fica à vista de todos, ou a lista telefónica a fazer de prateleira, ou o tabuleiro partido nos cantos...
Sinceramente, está-me a faltar memória para me lembrar de todas as falhas que se encontram no comercio, e que não percebo como é que as pessoas que lá trabalham não são capazes de rectificar. E depois, ó....que pena.....não deu resultado....tanto investimento. Enfim, um desabafo ao maus gosto, à péssima decoração e à má imagem que os proprietários dos estabelecimentos dão aos seu próprios negócios.
Cuidem-se.
Há muita concorrência e pouca paciência dos clientes (ou não)!

Um comentário:
tens de escrever no livrinho de reclamações...!
csd
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