
Comecei a ler este verão o livro 'Comer Orar Amar' de Elizabeth Gilbert, recomendado por uma querida amiga.
Desde o verão que dedilho as páginas deste livro e sonho em ser a personagem principal.
Gostaria de ter tido, ou de ter, a sua coragem de deixar tudo para trás e partir à aventura. A causa de tal acontecer poderia ser simplesmente porque me apetecia, e não necessariamente a causa da personagem da estória: um divorcio, uma crise existencial. Simplesmente queria ter este sentimento de vontade de deixar tudo e partir. Partir para uma aventura que deixasse marcas na minha vida. Onde eu pudesse fazer história, onde eu pudesse fazer a diferença e onde aceitassem a minha diferença.
Leio o livro sem pressa, como quem lê a bíblia. hoje leio um texto, amanha uma oração. depois volto atrás e releio aquela passagem que me disse algo.
Com este livro revejo-me em alguns momentos, em algumas passagens. Vejo-me nos meus 35 anos e com aspirações, com vontades, com desejos, com obstáculos difíceis de ultrapassar. Quando sinto necessidade leio uma parte de um texto e acabo por me sentir aliviada. Será a minha 'bíblia'? Será que começo a sentir algo que nunca senti? Gostava que fosse verdade. gostava de acreditar que sim, que começo a sentir necessidade de acreditar em algo não tão terreno.
Deixo algumas das passagens que me fazem pensar e reflectir.
Se me ajudam a mim, pode ser que ajudem a ti.
“ O mausoléu avisa-me para não me agarrar a ideias obsoletas sobre quem sou, o que represento, a quem pertenço, ou que função possa ter querido desempenhar outrora. Ontem posso ter sido um monumento glorioso de alguém, é verdade, mas amanhã posso muito bem ser um depósito de fogo-de-artifício, mesmo na cidade eterna, diz o silencioso monumento, devemos estar sempre preparados para vagas de transformação tumultuosas e intermináveis.”
“O Bhagavad Gita [Canção de Deus] diz que é melhor viver o nosso próprio destino de forma imperfeita do que a imitação da vida de outra pessoa na perfeição. “
“ «A nossa missão nesta vida», escreveu Santo Agostinho, «é curar o olho do coração através do qual se pode ver Deus»”
Gostaria de ter tido, ou de ter, a sua coragem de deixar tudo para trás e partir à aventura. A causa de tal acontecer poderia ser simplesmente porque me apetecia, e não necessariamente a causa da personagem da estória: um divorcio, uma crise existencial. Simplesmente queria ter este sentimento de vontade de deixar tudo e partir. Partir para uma aventura que deixasse marcas na minha vida. Onde eu pudesse fazer história, onde eu pudesse fazer a diferença e onde aceitassem a minha diferença.
Leio o livro sem pressa, como quem lê a bíblia. hoje leio um texto, amanha uma oração. depois volto atrás e releio aquela passagem que me disse algo.
Com este livro revejo-me em alguns momentos, em algumas passagens. Vejo-me nos meus 35 anos e com aspirações, com vontades, com desejos, com obstáculos difíceis de ultrapassar. Quando sinto necessidade leio uma parte de um texto e acabo por me sentir aliviada. Será a minha 'bíblia'? Será que começo a sentir algo que nunca senti? Gostava que fosse verdade. gostava de acreditar que sim, que começo a sentir necessidade de acreditar em algo não tão terreno.
Deixo algumas das passagens que me fazem pensar e reflectir.
Se me ajudam a mim, pode ser que ajudem a ti.
“ O mausoléu avisa-me para não me agarrar a ideias obsoletas sobre quem sou, o que represento, a quem pertenço, ou que função possa ter querido desempenhar outrora. Ontem posso ter sido um monumento glorioso de alguém, é verdade, mas amanhã posso muito bem ser um depósito de fogo-de-artifício, mesmo na cidade eterna, diz o silencioso monumento, devemos estar sempre preparados para vagas de transformação tumultuosas e intermináveis.”
“O Bhagavad Gita [Canção de Deus] diz que é melhor viver o nosso próprio destino de forma imperfeita do que a imitação da vida de outra pessoa na perfeição. “
“ «A nossa missão nesta vida», escreveu Santo Agostinho, «é curar o olho do coração através do qual se pode ver Deus»”

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